Palmeiras
num oásis distrital,
que alberga a fome
muda e áspera
nos negativos queimados.
De nuvens a nuvens
um fio percorre
uma mão que surge,
nuvem do desconhecido,
vector silábico.
Impresso na pedra
a minha voltaica determinação
corta como quem chora
em absoluto.
E em manchas pictóricas
chamam-me mandarim.
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