terça-feira, 13 de maio de 2014

Porque Prefiro A Bicicleta Ao Invés De Outro Veículo?



Li há tempos um artigo que referia que "a bicicleta é o veículo mais eficiente do mundo". Não sei se concordam. Mas na minha mente faz bastante sentido.

Hoje deixei-me ir por certas inclinações de alcatrão. Montado numa bicicleta, que mantenho há algum tempo, verifiquei que a paisagem escorregava como uma sequência de slides. Lenta. Arrebatadora.
O sol abrasava. A planície brilhava em seu dourado poético. O gado pastava inerte na calma própria do Alentejo.

Do outro lado o mar. Extenso. Eterno. Acompanhando-me, rebentação azul, pela estrada fora. Oculto somente, em certos pontos, por dunas altas e pequenos montes.

Toda esta paisagem me parecia benéficamente demorada. Como se eu flutuasse pelo asfalto, palmilhando um paraíso divino.

Cheguei ao meu destino sem gastar um tostão. Apreciei a viagem como não é possível num automóvel. Não poluí.

Eis porque prefiro a bicicleta. Um veículo não poluente e barato. Que ainda nos oferece exercício físico trazendo benefícios à saúde.

Sim. Veículo mais eficiente do mundo. Faz sentido.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

5ª Edição dos Valores do Sítio de Sines.


"Dia 10 de Maio pelas 17h00 esperamos por si no Centro Cultural Emmerico Nunes para participar na inauguração da exposição da 5ª edição dos VALORES do Sítio de SINES."

terça-feira, 29 de abril de 2014

Ladrões do Mar (海偷).

"Até nós, portugueses, chegados à China do Sul, à foz do rio das Pérolas, em 1513 com o mercador Jorge Álvares, passámos durante séculos a ser denominados 海偷, hai tou, por esta gente do Norte, ou seja, colocaram-nos o nada bonito epíteto de «ladrões do mar»."
- António Graça de Abreu.

domingo, 27 de abril de 2014

Koan Espontâneo.

Tudo é uma concepção da mente.
Este blogue é uma ilusão. Joguem-no no lixo.

sábado, 26 de abril de 2014

Na Solidão. Na Noite. A Ave.

Enquanto meditava, no silêncio da madrugada, uma ave de rapina piava na sua própria solidão. Ambos mantínhamos a mesma natureza.

Reminiscências Nocturnas.

Sento-me confortavelmente na poltrona. A rua é salpicada pelas lágrimas climáticas. Cautelosamente espero que os vapores dos tóxicos se dissipem.

quinta-feira, 24 de abril de 2014