Não viajo. Nem parto por caminhos peregrinados. Mantenho-me aqui. Faço da raíz um baloiço. Mantenho a paciência em seu altar brilhando. Acendo o incenso. E formo-me em águas estagnadas.
Imponente, por momentos, vejo partir os navios. Há um mar turvo pela frente.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Notícia
A Serpente de Pedra vive. É como uma corrente subterrânea. Ninguém a vê mas ela passa. Silenciosa. Pacientemente.
Por isso não desistam tão avidamente deste blog. Pode parecer inactivo. Mas é só um disfarce.
Por isso não desistam tão avidamente deste blog. Pode parecer inactivo. Mas é só um disfarce.
domingo, 16 de junho de 2013
Domingo Estéril
Chove no Porto.
E eu recupero os sentidos e a agilidade depois de uma noite de excessos poéticos.
Aqui apenas o vento passa desprovido de canto. O mar continua a galgar o horizonte. Quietas, as nuvens partem. Deixem-nas ir.
E eu recupero os sentidos e a agilidade depois de uma noite de excessos poéticos.
Aqui apenas o vento passa desprovido de canto. O mar continua a galgar o horizonte. Quietas, as nuvens partem. Deixem-nas ir.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Um Hino Bem Forte
Hoje deixo-vos um tema dos Camerata Mediolanense. Um grupo italiano de neoclássico/darkwave com elementos folk.
Um belíssimo hino a Baco e seus festins.
sábado, 18 de maio de 2013
O Plasma Das Formas Taciturnas
Quem
ao encontro morre.
Que se aproxima sem toque.
Quem,
que plana sobre o plateau das cifras,
se aproxima em choque.
Em magníficas piscinas de plasma
que se expandem sobre o corpo
sem temperatura.
Há toda esta repulsa na gravura.
Quem
se aproxima sem toque ao encontro morre.
Ao sopro a areia escorre em declive.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
A Força Do Artefacto
Ambos líamos Baudelaire. Cada livro com a sua maldade. E libertámos qualquer coisa pelo edifício.
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